Comunidade Fique-Rico no MyBlogLog MyBlogLog . Fique-Rico no Technorati Technorati . Fique-Rico no StumbleUpon StumbleUpon . Fique-Rico no BlogBlogs BlogBlogs . Fique-Rico no Twitter Twitter . Fique-Rico no Delicious Del.icio.us . Fique-Rico no Facebook Facebook . Fique-Rico no Flickr Flickr . Comunidade Ambiente Ecológico no Orkut Orkut . Fique-Rico no Dihitt diHiTT . Fique-Rico no FriendFeed FriendFeed . Fique-Rico no Plurk Plurk . Fique-Rico no Jaiku Jaiku . AC no BlogCatalog blogcatalog

Notícias Ambientais

Eco-amigos, estamos com um problema no servidor e o link "leia mais" não está funcionando. Clique no título da postagem para ler na íntegra. Obrigado :)

sábado, 5 de maio de 2007

Pilhas e Baterias – Perigo para a sua Saúde e a do Planeta

As pilhas liberam componentes tóxicos que são cancerígenos, provocam anemia, debilidade, mutações genéticas e outros danos no seu corpo, além dos danos ao planeta. Simplesmente por serem jogados em lixo comum. Reduza: Evite aparelhos que necessitem de pilhas ou bateria. Recicle: separe, guarde e devolva aos estabelecimentos que as comercializam. Reutilize: Pilhas recarregáveis funcionam por até cinco anos, enquanto uma alcalina dura por 90 dias.


Todos sabem que as pilhas não devem ser jogadas em lixo comuns. Na verdade não deveria existir “lixo comum”, pois na atual situação em que vivemos é ridículo ainda não mudarmos nossos hábitos. Deveriam existir vários tipos de “lixo” diferentes, um pra cada tipo de material. Deveria ter uma lei como em alguns países da Europa, onde você paga pelo lixo que gera. Nesses países as pessoas nem caixa de sapato levam para casa, para não gerar lixo. Mas aqui no Brasil, além de levar a caixa, levam a sacola da loja e ainda o embrulho com alguns papéis. Os três R’s deveriam ser uma lei. Reduzir, Reciclar e Reutilizar.

Voltando as pilhas. Essas, quando jogadas em lixões ou aterros sanitários, liberam componentes tóxicos - cádmio, chumbo e mercúrio - contaminando o solo, os cursos d'água e os lençóis freáticos, afetando a flora e a fauna das regiões próximas e o homem, pela cadeia alimentar.

O cádmio é cancerígeno, o chumbo pode provocar anemia, debilidade e paralisia parcial e o mercúrio, ocasionar mutações genéticas. Eles também prejudicam o sistema nervoso central, o fígado, os rins e os pulmões

A queima de tais metais altamente nocivos não consiste em uma boa prática, pois seus resíduos permanecem nas cinzas, podendo volatilizar e contaminar a atmosfera.

Dai, a Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA n° 257/99:

"As pilhas e baterias que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos, necessário ao funcionamento de quaisquer tipos de aparelhos, veículos ou sistemas, móveis ou fixos, bem como os produtos eletroeletrônicos que os contenham integrados em sua estrutura de forma não substituível, após seu esgotamento energético, serão entregues pelos usuários aos estabelecimentos que as comercializam ou à rede de assistência técnica autorizada pelas respectivas indústrias, para repasse aos fabricantes ou importadores, para que estes adotem diretamente, ou por meio de terceiros, os procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequado". (Artigo primeiro).

Tal situação é agravada aqui, no Brasil, pela venda irregular de pilhas e baterias provenientes da China, realizadas pelos camelôs. Essas pilhas piratas não seguem as normas técnicas e os padrões brasileiros, possuindo uma enorme quantidade de substâncias tóxicas além do permitido pela nossa legislação, não lhes permitindo descartes em lixo comum. Nesse tipo de comércio informal, não há conscientização e nem preocupação com a coleta.

Interessante ressaltar que as pilhas recarregáveis, apesar do preço mais alto do que as comuns, são muito superiores, do ponto de vista ecológico. Funcionam por até cinco anos, enquanto uma alcalina dura por 90 dias.

Também do ponto de vista energético, as pilhas são uma das fontes de energia mais caras que existem, superando eletricidade e combustíveis derivados de petróleo.

Portanto, vamos fazer uma divulgação "verde": pilhas e baterias devem ser separadas, guardadas numa caixa de papelão e devolvidas aos estabelecimentos que as comercializam ou a rede de assistência técnica autorizada pelas industrias.

Vamos exigir e valorizar os postos de coleta!

O Ministério do Meio Ambiente possui uma relação de pontos de coleta espalhados pelo Brasil.

Clique: http://www.mma.gov.br/port/sqa/prorisc/pilhasba/coletas/corpo.



Leia Mais...

terça-feira, 1 de maio de 2007

“Fregan”

Umas das minhas maiores dificuldades em difundir temas um tanto polêmicos era de não conseguir encontrar uma ponte entre eles. Até que por acaso recebi um e-mail* falando sobre o “freeganismo
Esse termo resume praticamente tudo o que eu venho lutando para divulgar.


Freegan é uma junção de duas palavras em inglês: "vegan" e "free". Vegan alguns já devem conhecer: são aquelas pessoas que não comem ou vestem nada que veio de um animal ou que foi usado um animal em testes, por exemplo. E free é como se fosse uma Anarquia, ou viver livre de um governo. Esta 'postura' é resumidamente a não participação na manutenção deste sistema (capitalismo), e a adoção de um conjunto de estratégias visando a construção da autonomia baseada no respeito ao planeta e a seus habitantes. Freeganismo, obviamente, é também uma maneira prática de ficarmos cada vez menos dependentes do sistema.

Refletindo um pouco percebi que todos os males que venho debatendo em blogs, fóruns, etc., essa atual situação de deterioração em que encontramos o planeta são devidos ao processo de 10.000 anos de civilização. O aquecimento global, o consumo exagerado de carne, o preconceito, a desigualdade, aumento da tarifa do ônibus, o lixo gerado, a domesticação de animais, etc.

Sobre a luta por esses ideais já se tornou claro que o anarquismo e o veganismo são fracos separados, pelo menos no Brasil. E já não é suficiente uma opção alimentar ou a cada dois anos nos dedicarmos a uma campanha pelo voto-nulo e divulgarmos folhetos sobre democracia-direta e/ou sobre as maravilhas da auto-gestão - é necessário não dar suporte a este sistema, encontrar maneiras de nos tornarmos cada vez menos dependentes dele e construir a nossa autonomia numa atmosfera de apoio-mútuo.

Apesar dos muitos pontos positivos o freeganismo ainda carrega algumas limitações do veganismo. O freeganismo vai além do veganismo, ele visa boicotar tudo aquilo que acarreta em custos ambientais, animais e humanos. O problema é que embora isto seja um importante passo contra toda esta rede de crueldade, esse passo não é o suficiente. Na natureza tudo e todos são alimentos, e querer que humanos se alimentem apenas de vegetais é uma forma de opressão e de delimitar a experiência humana. Obviamente sou contra a brutalidade contra os animais, mas existem muitas coisas ainda a discutir e simplesmente parar de comer carne não irá ajudar muito se quisermos fazer uma coisa direita. O problema não é comer carne, e sim o exagero. Uma conscientização alimentar é o melhor caminho na minha opinião.

Outro assunto tratado no e-mail que acabei concordando é a domesticação. E o freeganismo ainda não aborda esse problema. “Mesmo como anarquistas-vegans acreditamos que a maior crueldade contra a vida é a domesticação, cuja prática impede os animais de uma vida livre e íntegra sequestrando gerações ou espécies inteiras da natureza, submetendo-os a uma vida alienada e artificial”.

Outro problema gravíssimo que prejudica o meio ambiente e a vida é sociedade de massas (o crescimento desenfreado) e o industrialismo.

Mais um ponto muito bem tratado no e-mail: a não colaboração com a mídia. Alguns freegans americanos e de outros países têm constantemente participado de entrevistas e reportagens sobre o freeganismo ou sobre o dumpster diving (coleta de alimentos descartados como lixo). Como anarquistas isso é inaceitável, pois a mídia não é, nunca foi e nunca será a nossa amiga. A mídia é nossa inimiga. O Estado é a administração de toda a destruição do mundo, e a mídia é seu propagandista e hipnotizador. Portanto se queremos criar a autonomia e destruir a máquina, não colaborar com a mídia e sabotá-la é uma estratégia indispensavél.

*Esse texto teve como base o e-mail recebido de Sellen Kalab pelo grupo Ambiente Ecológico.

O texto original veio em nome de Eduardo e Sofia (Erva Daninha - Iniciativa anti-civlização).

Para saber mais sobre o grupo (no qual participo) acesse: http://groups.google.com/group/ambienteecologico?hl=pt-BR

Sites relacionados: ervadaninha.co.nr / freegan.info / wildroots.




Leia Mais...

Quer participar do VII ENCONTRO VERDE DAS AMÉRICAS?

Na rota dos grandes eventos internacionais a cidade de São Paulo sediará nos dias 11, 12 e 13 de setembro de 2007, o VII Encontro Verde das Américas, "Conferência das Américas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável", o "Greenmeeting", um importante e concorrido Fórum que busca contribuir para as soluções sustentáveis das questões sócio ambientais das Américas e do mundo. O evento reunirá as principais lideranças mundiais sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, tanto governamentais, quanto não governamentais, que entre outros acontecimentos se dará a entrega do Prêmio Verde das Américas 2007.

Local: Memorial da América Latina, São Paulo SP - Brasil
Participe deste Encontro, credenciando-se no Link: Credenciamento do site: www.greenmeeting.org

----------------------------------------------------------

VII Encontro Verde das Américas - GREENMEETING
Secretaria: SCS, Qd. 04, Bloco A, Ed. Anápolis, 304, Cep. 70304-910 - Brasília, DF. - Brazil
Tel. + 61 - 3033.3654, 3223.5335 - Fax: + 61 - 3322.6747
Site: www.greenmeeting.org - Email: secretaria@greenmeeting.org


Mensagem Original de ecoactivist@googlegroups.com em nome de Andrea Sendoda.

Leia Mais...

Visitantes Recentes

Comentários recentes

  ©Template by Dicas Blogger.

TOPO