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Notícias Ambientais

Eco-amigos, estamos com um problema no servidor e o link "leia mais" não está funcionando. Clique no título da postagem para ler na íntegra. Obrigado :)

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Cerca de 3,1 mil cabeças de gado apreendidas!

Parece que o ministro do meio ambiente acordou! Cerca de 3,1 mil foram apreendidas na região paraense chamada de Terra do Meio, entre os rios Xingu e Iriri. E o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse nesta segunda-feira (23) que ainda neste mês vão a leilão 12,6 mil cabeças de gado apreendidas no Pará e em Rondônia!

Gado Ilegal!

O gado era criado em unidade de conservação ambiental. "É uma ação exemplar, para efeito de demonstração", afirmou o ministro. "A impunidade não pode ser premiada."

É incrível que mesmo a população de bovinos e aves estando já acima da população mundial, ainda gere uma necessidade de criadores, como esse, utilizarem de terras protegidas para a criação. Sim, a população da comida é maior que a de pessoas! Por isso levanto a questão novamente: quanta carne você come?

Já está comprovado que não necessitamos mais tanto de carne no dia-à-dia. O seu consumo excessivo é um reflexo do passado, uma cultura que deve ser perdida.

Recomendo que assistam "A Carne é Fraca" e reflitam sobre tudo o que passar no vídeo.

"Alguma vez você já pensou sobre a trajetória de um bife antes de chegar ao seu prato? Nós pesquisamos isso para você e contamos, neste documentário, aquilo que não é divulgado."













O pós-apreensão

Minc relatou que as apreensões já provocam reações entre os pecuaristas que atuam de forma irregular. Segundo o ministro, proprietários de frigoríficos se comprometeram a comprar o gado, caso haja boicote ao leilão.

Esses empresários devem firmar com o Ministério um compromisso de não comprar carne de fornecedores que produzam irregularmente na Amazônia, em áreas desmatadas ou de proteção ambiental.

A partir dessa semana, grandes madeireiras e frigoríficos passam a ser notificados para que apresentem ao Ministério do Meio Ambiente, em até 60 dias, uma lista de fornecedores. As empresas que receberem mercadorias de origem ilegal, extraída com devastação da Amazônia, serão co-responsáveis pelos crimes ambientais de seus fornecedores.

O Ibama continuará de olho, procurando por criadores ilegais. Parabéns ministro Carlos Minc!

via [globo.com]

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quarta-feira, 18 de junho de 2008

O lixo pode virar energia!

Primeiramente, desculpe aos leitores que acompanham esse blog. Por motivos pessoais tive que me ausentar da internet por esses dias.

Sem muito tempo para escrever um texto, vou repassar um texto muito bom sobre o gás do lixo com algumas observações.

Gás de lixo pode produzir 15% da energia do Brasil


Técnica incentiva manejo correto de resíduo e ajuda a combater o efeito estufa! Apesar do seu potencial, estudo realizado para o Ministério das Minas e Energia privilegia energias eólica e solar como alternativas, não que isso seja ruim. Mas, por que não investir no lixo?

O lixo das 300 maiores cidades brasileiras poderia produzir 15% da energia elétrica total consumida no país. Estima o Plano Decenal de Produção de Energia 2008/ 2017, esse documento deveria ser lançado ainda neste mês e está em fase final de elaboração.

Apesar dessa previsão, o Ministério de Minas e Energia - que encomenda o relatório desde 2006, para balizar suas ações - não tem planos de realizar leilões com a energia do lixo nos próximos anos. Segundo o governo, as prioridades em fontes renováveis são eólica, solar e hidrelétrica.
A falta de perspectivas aumenta a defasagem do Brasil na tecnologia de eletricidade produzida por meio do lixo, na avaliação do professor Luciano Bastos, responsável pelo capítulo que avalia esse potencial no plano decenal a ser lançado.

Bastos, que é pesquisador do Ivig (Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais), diz que a única usina construída especialmente para aproveitar o potencial energético dos dejetos é a termelétrica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com capacidade de 200 kW por mês, suficiente para abastecer 2.300 casas - isso já seria um começo-. Além dessa usina, há os aterros sanitários Novagerar, em Nova Iguaçu (zona metropolitana do Rio), Bandeirantes e São João, em São Paulo, que utilizam o gás metano resultante da decomposição natural da matéria orgânica - e não deixam ele simplesmente "solto" no ar poluindo a atmosfera-.

Carbono à venda

A transformação de lixo em energia teria ainda duas conseqüências benéficas, na opinião de pesquisadores.
- A primeira é incentivar a armazenagem correta dos resíduos, que passam a ser matéria-prima. Dados do IBGE de 2000 indicam que 63,3% dos municípios brasileiros tratam o lixo de forma errada -em geral apenas determinam o terreno em que os detritos devem ser jogados.
- Outro benefício seria econômico: assim como outras fontes de energia renovável, o lixo pode gerar créditos de carbono e favorecer o Brasil nas negociações sobre mudanças climáticas. A geração de créditos se deve à queima do metano, produto natural da decomposição orgânica. Este gás é mais danoso ao aquecimento global do que o gás carbônico CO2 - mas é eliminado com a combustão -.


Um exemplo

O aterro Novagerar foi o primeiro do mundo a vender créditos pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), do Protocolo de Kyoto. "Nossa intenção é deixar de ser uma empresa de resíduos e passar a ser de energia", diz a diretora Adriana Felipeto. A empresa calcula que o investimento necessário para gerar seis megawatts (energia para 24 mil casas) será de US$ 6 milhões - dinheiro que parece muito, mas se o governo ajudasse, diminuísse os seus salários e, acabasse com os desvios, poderia ser feito-.



Para Felipeto, empresas com ações na Bolsa têm mais interesse em comprar a energia do lixo e, por isso, a demanda deve aumentar com o grau de investimento, pois mais companhias devem abrir capital.
"Há um reconhecimento claro da importância do aproveitamento da energia do lixo", diz Manoel Avelino, presidente da Arcadis Logos Engenharia -sócia nos aterros Bandeirantes e São João.

A energia gerada no Bandeirantes (20 MW ou 160 mil casas) é usada pelo Unibanco e a do São João (24.8 MW ou 198,4 mil casas) é vendida para grandes consumidores, como shopping centers. Bastos afirma que, diferentemente das usinas, os aterros não são projetados para gerar energia, apenas armazenar lixo, e por isso são menos eficientes.

Atraso tecnológico

Para Sabetai Calderoni, doutor em ciências pela USP e especialista em reciclagem, há três razões para o atraso brasileiro na produção:
1) as parcerias público-privadas, maiores facilitadoras dos processos de reciclagem no seu entender, são recentes;
2) o interesse na manutenção dos investimentos em aterros;
3) só recentemente os preços de disposição ficaram mais caros.

O assessor de comunicação da Empresa de Pesquisa Energética, instituição ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia responsável pelo decênio, Oldon Machado, diz que o plano decenal tem números sobre os investimentos necessários, mas não específica as fontes alternativas mencionadas.

2.300 casas podem ser abastecidas por mês com a eletricidade de uma termelétrica da Universidade Federal do Rio de Janeiro feita especialmente para aproveitar a energia do lixo.

Os números mostram que gerar energia com o lixo já é possível, mas é um processo caro. Talvez com a ajuda do governo isso seja possível, mas enquanto ela não vem, cada um deve fazer a sua parte e -pelo menos- cuidar bem do seu lixo.

O que quero dizer com isso? Simples, encontre alternativas para diminuir a sua geração de lixo. Eu por exemplo separo todos os materiais reciclaveis para no final da semana trocar por alimento por um programa da minha cidade. E o orgânico também separo, quando a lata está cheia enterro o lixo no meu canteiro e depois como verduras fresquinhas - e orgânicas-. Por último aquele lixo que acaba indo para o cesto, todos os dias amasso ele bem, fecho e assim uma sacola dura dias e o lixo já vai bem compactado, diminuindo o volume ;)

Faça você também a sua parte!

Créditos: André Lobado - Colaboração para a Folha.

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terça-feira, 10 de junho de 2008

Meia Amazônia NÃO!

Não satisfeito em colaborar com minha assinatura, resolvi divulgar a campanha aqui e convidar a todos para que participem. Abaixo, o conteúdo informativo que foi recebido por e-mail por um blogueiro.
Porfavor, leiam até o fim e ajudem. Crie a sua rede e convide o máximo de pessoas!


“A Amazônia e outras florestas brasileiras estão ameaçadas por um projeto de lei que, se aprovado, autorizará a derrubada de até 50% da vegetação nativa. Mandamos abaixo algumas informações sobre o que está acontecendo e contamos com você na divulgação da campanha Meia Amazônia Não.
Como tudo começou

Passou no Senado e tramita agora na Câmara dos Deputados um projeto de lei que, se aprovado, será um golpe mortal para as florestas brasileiras e, em especial, a floresta amazônica. Originalmente de autoria do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), e modificado pela comissão de agricultura do congresso, o PL 6424/2005, autoriza a derrubada de até 50% da vegetação nativa em propriedades privadas na Amazônia. De quebra, legaliza praticamente todos os desmatamentos que, nos últimos 40 anos, derrubaram cerca de 700 mil quilômetros quadrados da área original de floresta - o equivalente a quase três estados de São Paulo.

Quem apóia o projeto e o que pode acontecer


Os ruralistas defendem sua proposta alegando que o projeto incentivará a adesão dos fazendeiros à legislação ambiental e garantirá a sobrevivência de metade da biodiversidade amazônica. A primeira promessa, levando-se em conta o passado da atividade rural no Brasil, é uma dúvida. A segunda é ilusão. Na Amazônia, 50% é igual a zero.

Com base nas taxas anuais de destruição de floresta, estima-se que, em duas décadas, 31% dela estarão derrubados, outros 24% degradados e a Amazônia prevista para virar uma savana até o final desse século. O projeto de lei é um sinal verde para as motosserras acelerarem esse processo. Junto com a Amazônia, desaparece também a riquíssima biodiversidade da floresta (ainda não totalmente conhecida pela ciência) e as culturas locais, além de impacto em vários povos indígenas e populações tradicionais.

Por que defender a Amazônia?


A floresta amazônica é um recurso natural estratégico para o combate ao aquecimento global. Destruir a Amazônia pode reduzir a produtividade agrícola brasileira, provocando um grande impacto econômico e social no país. A chuva que é produzida na Amazônia é importante não apenas para a região. Ela ajuda na geração de energia, na produção de alimentos e no abastecimento de água no centro, sul e sudeste brasileiro.

Você pode ajudar


Ao invés de aumentar a proteção do meio ambiente e estabelecer metas para a redução do desmatamento, o Congresso Nacional estará dando as costas para a Amazônia e abrindo as portas para mais destruição, agravando uma situação que já coloca o Brasil na incômoda posição de quarto maior poluidor do clima do planeta. Exija um ponto final no desmatamento em todas as florestas tropicais brasileiras, em especial a Amazônia. Acesse o site e diga aos deputados e senadores que 50% é igual a zero e você quer uma Amazônia por inteiro. Divulgue no seu blog, comunidade e em todos os canais que possam fazer com que esse movimento ganhe cobertura nacional.

A Amazônia é a uma das principais riquezas do planeta e você pode ajudar a protegê-la!

Agradecimento: Blog Sucesso

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sábado, 7 de junho de 2008

Greenpeace Brasil - Mudanças do clima, mudanças de vidas

Assistam o filme "Greenpeace Brasil - Mudanças do clima, mudanças de vidas"

Ainda que esse filme só mostre uma pequena parte do que está acontecendo no Brasil...ele é muito interessante. Insisto para que todos que tem alguma sensibilidade pelo mundo (e aos que não tem também) que reservem um tempo para assistir esse vídeo, é longo, mas vai servir para abrir mais sua cabeça. É de esfriar a espinha!



"O pior disso tudo, é a extinção dos inocentes que não depredam o ambiente em que vivem - me refiro aos 'irracionais' -, enquanto que os sapiens sapiens (ou homines imbecillis) jamais desistirão do passageiro conforto de terem seus rabos infectos bem aconchegados nos seus carros zero kilometro, nas suas casas construidas sem a mínima preocupação com a questão ambiental, além das suas taras desenfreadas de consumo seja pelo que for."

"Sinto vergonha perante a Natureza de pertencer a espécie humana, pois tenho consciência do impacto que essa espécie causa em todos os níveis por mais que uma parte desta reduza e selecione o seu consumo, e total repugnância em ter que dividir espaço neste planeta com os imbecillis por mais que me diferencie e me distancie dessa mixórdia."

"Só tenho a lamentar pelo planeta e seus inocentes e prosseguir (do meu jeito) com meu ativismo em prol da Grande Mãe. E por mais que eu faça, é mínimo!"

Palavras de Sellen - um dos maiores contribuientes para o grupo Ambiente Ecológico - que não poderiam descrever melhor o que sinto.

"A terra é preciosa, e feri-la é desprezar a Criação. Contaminem suas camas, e uma noite serão sufocados pelos próprios dejetos." Cacique Seattle

"Demasiado vivem e se penduram tempo demais em seus galhos. Que
viesse uma tempestade para derrubar da árvore tudo o que está podre e
roído pelos vermes!" Nietzsche

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quinta-feira, 5 de junho de 2008

AMIGOS DO MAR DE GAIA: AQUECIMENTOGLOBAL

Link: AMIGOS DO MAR DE GAIA: AQUECIMENTOGLOBAL

SOMENTE A AMAZÔNIA É PROPRIEDADE DA HUMANIDADE ?

Palavras-chave relacionadas : Relações internacionais. ONU. Governo mundial. Aquecimento global. Socialismo. Comunismo. Aquecimento planetário. Consciência planetária. Nova ordem mundial. Compreesão sistêmica. Globalização. Antropologia. Meio ambiente. Filosofia. Ciências sociais. Educação ambiental global. Unidade mundial. Amazônia brasileira. Economia social. Propriedade intelectual. Direitos autorais. Direito patrimonial. Donos da Amazônia. Estrangeiros na Amazônia. Florestas tropicais. Unificação. Hoseide. Grupos-Ambiente.



Cresce ultimamente nos círculos internacionais uma consciência de que a Amazônia é propriedade da humanidade. Sim !! A Amazônia deve ser considerada um patrimônio de toda a humanidade.

No entanto, não somente as florestas da Amazônia, mas todas as remanescentes florestas do planeta, as regiões polares, os oceanos, os mares, os rios, as águas subterrâneas, os continentes, a atmosfera....enfim, todas as partes do planeta terra são patrimônio da humanidade, ou melhor, de todos os seres vivos.

Cresce de forma similar uma consciência mundial de que os seres humanos são, ou poderão vir a ser, os guardiões de todo o planeta.

Vamos retroagir um pouco, após este rápido vôo conceitual, à realidade de nossos dias. Os países ricos, embora sejam os maiores poluidores, desejam garantir a permanência original da região amazônica a fim de garantirem a sua sobrevivência. Nada mais lídimo. No entanto, se para suprirem uma necessidade (ou um desejo próprio)---independente se esta necessidade coincida com a dos países menos ricos ou pobres---, declaram a universalização da Amazônia, então precisam, pelos mesmos pressupostos, declarar patrimônio da humanidade todas as outras partes do planeta, como por exemplo a atmosfera e os oceanos. Estes, como elementos dinâmicos do planeta, conduzem poluentes e conseqüências nefastas a outras regiões e países. Consequentemente, por coerência, só poderão requerer direitos de participação em propriedade coletiva após deixarem de ser os maiores poluidores. Nada mais justo !!

Quanto à questão social, o princípio é o mesmo: Se nenhum dos humanos construiu as águas, os ares e as terras, então a propriedade privada não pode abranger estes elementos. Toda a estrutura social e econômica da humanidade atual está baseada na propriedade privada individual, corporativa ou estatal. No contexto globalizado os países socialistas ou comunistas podem ser considerados proprietários privados de seus territórios, ou de segmentos de sua estrutura econômica. Esta indevida apropriação (a apropriação que tenta justificar a propriedade privada) está tão arraigada nas consciências---especialmente nas capitalistas---que poucos conseguem enxergar os conceitos da “propriedade emprestada” e da “guardiania”, e muito menos a sua validade.

A humanidade tem progredido desta forma: pela apropriação de mão de obra, de bens, de territórios e de recursos naturais. Este fato não é de se estranhar, visto a nossa relativa e recente origem animal. De fato, nada mais natural entre os mamíferos como a apropriação---e a conseqüente defesa---de territórios que garantam o desenvolvimento de suas proles e a sua sobrevivência. Porém, após distanciarem-se culturalmente de suas origens, os humanos possuem hoje a opção de, racionalmente, transformarem por completo todas as suas bases de valores. São instados, por uma consciência exclusivamente humana, a considerarem e a apropriarem-se devidamente de valores que preencham as necessidades sociais da atualidade. Estes valores nada mais são que características animais maximizadas, ou outras exclusivas de nossa espécie, tais como a solidariedade, a cooperação, o compartilhamento e o senso da justiça social. Encravados nestes valores estão os conceitos de que “nada pertence unicamente a indivíduos ou a grupos”(pertencimento coletivo), o conceito do “empréstimo de bens (ou do uso-fruto), de propriedades e de elementos” e o conceito de “guardiania”. Justapostos a estes valores estão alguns bens imateriais, como as características humanas da criatividade, da inteligência e outras que, em conjunto, proporcionam a maior de todas as propriedades : o conhecimento. Como resultante de acúmulos ao longo da história e da expressão de dotes naturais, a propriedade de qualquer conhecimento deve ser considerada propriedade da humanidade e aqueles que o detêm, os seus fiéis depositários.

Desta forma espera-se que, para se atingir o estágio de uma humanidade ambientalmente adequada e socialmente justa, as nações, as corporações e os indivíduos considerem seus bens, territórios e recursos naturais como empréstimos---e não como posse---, e que se posicionem como guardiões e responsáveis administradores de tudo o que há sobre o planeta terra, além de se considerarem co-participantes neste fenômeno que se chama “vida”. Não só a Amazônia é propriedade da humanidade !!

Luiz Antonio Spinola, maio/2008

Direitos Autorais Reservados. Permitida a reprodução somente em sites ou outros meios de comunicação sem fins lucrativos, desde que o texto seja acompanhado destes adendos. Para sites que visam lucro, direta ou indiretamente, ou outros meios de comunicação, entrar em contato com o autor : luizavspinola Arrouba gmail.com

São bem-recebidos comentários e sugestões para melhorias no texto.

UMA CAMPANHA DE ARRECADAÇÃO DE CONTRIBUIÇÕES SERÁ IMPLEMENTADA PARA SUBSIDIAR A OFICIALIZAÇÃO DA “ASSOCIAÇÃO INFOERA DE LEITORES E ESCRITORES PARA UM MUNDO MELHOR” E PARA VIABILIZAR A CONCRETIZAÇÃO DE FUTUROS PROJETOS AMBIENTAIS, SOCIAIS E CULTURAIS.

CONHEÇA OS GRUPOS-AMBIENTE : Em um site de pesquisa, digite “Hoseide” ou “Lista Grupos-Ambiente”. Acesse o grupo “Ambiente Infoera de Leit...” e clique em “páginas”. Ou clique em :
www.groups.google.com/group/ambienteinfoera/web

Fazendo parte da Blogagem Coletiva do Faca a sua Parte, sobre o Dia Mundial do Meio Ambiente.


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terça-feira, 3 de junho de 2008

1.123 km² da Amazônia desmatados em um mês!

Cerca de 14% da Amazônia já teria sido destruída

Esse foi o desmatamento observado na Floresta Amazônica em abril, segundo dados do sistema Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), apresentados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) na segunda-feira (2/6).

Foram 1.123 km², praticamente a área do município do Rio de Janeiro (1.182 km²) ou cinco vezes a do Recife (218 km²) – e tudo isso em apenas um mês.

Por estado, o total de áreas em processo de desmatamento na Amazônia em abril

Esses números são alarmantes! Multiplicando pelo tanto de CO2 que é emitido a cada hectar desmatado temos o valor de 22,46ton de CO2 emitidos em um mês!

Pessoal, vamos ajudar a acabar com isso! No canto direito desse blog você tem a campanha Amazônia para sempre. Vamos assinar e divulgar para o maior número de pessoas!

Fonte: InovaBrasil
Mais informações:
www.inpe.br
Texto recomendado sobre o assunto: H20 e Co2

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